Tio Samba

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Dois shows de lançamento do DVD do Tio Samba: 30 de janeiro no Teatro da UFF, em Niterói, e 4 de fevereiro no Imperator, no Méier.

O ano de 2015 começa com dois shows do Tio Samba em teatros importantes em Niterói e no Rio de Janeiro, dando continuidade à temporada de lançamento do DVD/ CD "Show". Os espetáculos acontecerão no dia 30 de janeiro, sexta-feira, às 21h, no recém reformado Teatro da UFF Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói) e no dia 4 de fevereiro, quarta-feira, às 16h, no Imperator (Rua Dias da Cruz, 170, Méier, Rio de Janeiro).

 O novo trabalho do grupo reúne um DVD e um CD contendo a gravação feita ao vivo de uma apresentação eletrizante do grupo no Teatro do SESI, no Centro do Rio de Janeiro, que contou com a participação especial de Diogo Nogueira, do cantor pernambucano André Rio e das cantoras Flávia Dantas, Julieta Brandão e Nina Wirtti. "Show" inclui também dois extras no DVD: o videoclipe de "A sonhadora e o jacaré", dirigido por Luiz Guimarães de Castro e uma montagem de falas dos integrantes do grupo intitulada "Talk Show" em que são abordados a história do Tio Samba, suas características essenciais e a convivência interna dos integrantes do grupo. No CD incluído no pacote, há também uma faixa bônus, a marcha-frevo "Gás de pimenta", de Carlos Mauro e Sergio Barros, inspirada no boom das manifestações populares ocorrido em todo o País. 

Confira uma das faixas de "Show", o novo trabalho do Tio Samba: "Chiclete com banana":

 

Lançado na internet o videoclipe de "A sonhadora e o jacaré"

 Uma mulher chega ao consultório de um psicanalista, muito bem recomendado por uma amiga, atrás de explicação para um sonho recorrente: caminhando por uma estrada, ela encontra um jacaré pronto a abocanhá-la. Após revelar sua angústia, a mulher percebe que o tal especialista tem outras intenções para com ela. A bem-humorada anedota é o mote do samba “A sonhadora e o jacaré”, primeiro clipe do Tio Samba, lançado em sua página oficial no YouTube

O clipe é dirigido por Luiz Guimarães de Castro (do documentário “Partideiros”), que deu ao vídeo ares de filme de suspense ao sugerir prólogo e epílogo bem-humorados. “É um clipe noir de terror B tipicamente carioca”, define Castro. Na ocasião do lançamento, o diretor conversará com o público.
“A sonhadora e o jacaré” abre o terceiro CD do Tio Samba, “Mais pra cá do que pra lá”, lançado no fim de 2012 e o primeiro gravado inteiramente com canções inéditas pelo grupo. Composta em parceria por Carlos Mauro, vocalista do grupo, pelo diretor de TV Sergio Barros e por Maria Luiza Ocampo (responsável também pelo roteiro do clipe), a canção é um autêntico samba-choro cantado em dueto por Mauro e Luciana Lazulli. “Escolhemos esta música para o videoclipe porque ela sintetiza vários elementos que caracterizam o nosso novo álbum e mesmo o trabalho do Tio Samba como um todo; desde o resgate de formas tradicionais da música brasileira ao bom humor refinado”, explica Carlos Mauro.

Terceiro álbum do Tio Samba tem repertório totalmente autoral

O Tio Samba está lançando seu terceiro CD: "Mais pra cá do que pra lá", contendo repertório cem por cento inédito e autoral. O nome deste trabalho é uma celebração à vida, ao que está próximo de nós, ao momento presente, ao que estamos produzindo aqui e agora. O disco está sendo distribuído fisicamente para todo o Brasil e virtualmente para o mundo inteiro pelo selo Delira Música .

"Mais pra cá do que pra lá” é a inversão da expressão que é utilizada para descrever alguém moribundo, à beira da morte, com as energias vitais em escassez, que sente que já passou da hora de se ousar, de se arriscar algo novo. Pois a ideia é de que este novo álbum seja o contrário disto tudo. Ou seja: um trabalho vigoroso, ousado, vital. Olha um pouco "pra lá" do ponto de vista musical, contém algumas informações melódicas, harmônicas e rítmicas que não nasceram dentro da tradição do samba. Isto não quer dizer, no entanto, que deixa de ser um álbum do Tio Samba; há alguns elementos “diferentes” ali e aqui, é verdade, mas a sonoridade do samba predomina. Afinal de contas, é um CD "mais pra cá do que pra lá". 

Neste novo disco, o Tio Samba coloca um pé no nordeste e grava um coco ("Mais pra lá do que pra cá"), um xote ("Insônia dá coelho") e uma marcha carnavalesca com fortes influências de frevo ("Carnaval sem celular"). O grupo arrisca sonoridades eletrônicas e flerta com o concretismo (no tecnomaxixe "Mãos de dedos"), ousa unir o samba às formas típicas da música de câmara (como a introdução em fugatta barroca de "Nunca mais") e recupera a tradição esquecida das canções compostas para serem cantadas em dueto com dois personagens distintos em faixas como "A sonhadora e o jacaré" e Samba da tromba".

O disco conta com a participação especial das "Mulheres de Máscaras", grupo de talentosas cantoras formado por Beatriz Faria, Flávia Dantas, Julieta Brandão e Nina Wirtti atuando no coro de três músicas. Carlos Mauro é o compositor mais presente, assinando a autoria de onze canções. Além do cantor, aparecem neste CD como autores Fabiano Segalote (na instrumental "Pra que isso?"), Thiago Cunha ("Morte súbita", que tem letra de Carlos Mauro) e os letristas Maria Luiza Ocampo, Solange Mezabarba, Sergio Barros e Ricardo Coelho. 

O novo CD do Tio Samba foi produzido por Carlos Mauro e Fabiano Segalote, gravado e mixado no Estúdio Ômega por Junior Castanheira, masterizado em Abbey Road Studios por Christian Wright e tem projeto gráfico do Igraficci Comunicação e Design.

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"É Batata!" está sendo vendido em várias cidades do Brasil

  

O segundo CD do Tio Samba, É Batata! – Carmen Miranda Revisited, chega às lojas de todo o Brasil, distribuído pela Tratore. Confira a relação de pontos de venda clicando aqui. Além destes locais, o disco pode ser encontrado na Arlequim e na Livraria da Travessa, na cidade do Rio de Janeiro, e na loja EstaSom, em Niterói.

É Batata! é uma homenagem à estrela maior da Era de Ouro da Música Brasileira: Carmen Miranda. Seu repertório é uma seleção das canções apresentadas pelo grupo na temporada de shows comemorativos do centenário de nascimento da Pequena Notável no ano passado. O sucesso destes sambas junto ao público levou o Tio Samba a registrá-los neste emocionante trabalho. 

O nome do CD traduz o momento de carreira do Tio Samba. "É batata" é um termo usado nos tempos antigos e até hoje no dito popular como algo certeiro, infalível, em que se pode apostar.

Músicas famosas como “Camisa listada” e “No tabuleiro da baiana” ganharam uma roupagem mais leve e moderna. Canções menos conhecidas como “Fon - fon” e “Cozinheira granfina” apresentam-se em duetos hilariantes através das vozes de Carlos Mauro e Simone Lial.  É Batata! é um CD que vai agradar em cheio a todos. Aqueles que já idolatram Carmen Miranda vão se surpreender com a atualidade das músicas do repertório da cantora através dos novos arranjos e interpretações do grupo. Os que não conhecem ainda o trabalho de Carmen, especialmente os jovens, terão uma grande oportunidade de ouvir sambas-choro e sambas amaxixados, duas espécies do gênero samba que são raras nos dias de hoje. 

O Tio Samba prova que é possível preservar o samba em tempos de funk. Que Ary Barroso, João de Barro, Assis Valente, Cartola e Noel Rosa, tão populares na época de Carmen Miranda, podem ser sucesso no século XXI .  E que, mesmo quando o batuque dos novos tempos é um pouco mais forte, pode-se manter a delicadeza e cadência do samba. 

O conceituado crítico e pesquisador de música popular brasileira Sérgio Cabral ressalta algumas das qualidades presentes no novo trabalho do grupo: 

“Quando ouvi este CD, a minha primeira conclusão foi a de que o Brasil tem jeito. Se não fosse assim, como se explicaria que a excelente Orquestra Tio Samba, formada por jovens e grandes músicos, entre no estúdio para gravar sambas do repertório de Carmen Miranda e os traga com o frescor das músicas inéditas, sem que nenhuma delas sofra qualquer deformação?

Verdade, amigos. Embora o repertório tenha ido até 1931, quando foi lançado o samba Gira, de Ary Barroso e Marques Porto, não há o menor sinal de saudosismo no CD. No entanto, a rapaziada do Tio Samba não teve a menor necessidade de recorrer a raps, funks, etc. para provar que, sabendo tratá-la, a boa música – tal qual o poeta – não é antiga nem moderna, é eterna. Trata-se, sem dúvida, de um CD brasileiríssimo do Século XXI.

Chamou-me a atenção, particularmente, o tratamento dispensado a Na batucada da vida, o belíssimo samba de Ary Barroso e Luís Peixoto. A orquestra poderia ter-se apropriado da harmonia e do andamento criados para essa música por Antônio Carlos Jobim – consagrados na gravação de Elis Regina – mas preferiu mostrar que a gravação original (de 1934, com arranjo de Pixinguinha) poderia reaparecer com a jovialidade de um samba de hoje.

A boa qualidade deste trabalho não se limita ao tratamento formal dispensado às músicas. Chama a atenção também para a determinação dos instrumentistas e dos cantores de cada um dar o melhor de si, sem que nenhum deles corra atrás de um brilhareco qualquer. É a velha lição dos Três Mosqueteiros, na base de um por todos e todos por um".  

 

 

 

 

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